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Notas teste

Ana Aires e Castro – 15 Ana Camila Lopes da Costa - 16 Ana Carolina Rocha Henriques – 15 André Faria dos Santos Teixeira e Silva – 17 Beatriz Isabel Saldanha de Carvalho – 16 Beatriz Sá dos Santos Parreira Augusto – 17 Bruno Filipe Ferreira Martins – 17, 5 Daniela Alexandra Oliveira Alves – 15, 5 Diogo Afonso da Costa Pardal Goulão – 17 Inês da Cruz Galhano Parreira Lopes – 16, 5 Joana Beatriz Loureiro Rodrigues Joana Gaspar Henriques – 18 Joaquim Jorge Leal Martinho – 17, 5 Laís A. Machado Borges – 15 (expressão) Laura Raquel dos Santos Borges – EXAME Lucas Castro Barata Santos Veras – 16, 5 (falhas de acentuação) Mafalda Sofia PS Ribeiro Fontinha – 16, 5 Margarida Leitão Neves – 17 Margarida Marques Gonçalves Barbosa – 14, 5 Maria Carolina Matos Aurélio (1º ano) – 14, 5 Mariana Fernandes Gavetanho – 15 Martim Pinto Silva dos Reis Matilde Furtado Martins – 17 Núria Filipa dos Santos Almeida – 14, 5 Pedro António Pato Lopes – 16 Pedro Miguel ...

Luiz Pacheco e «punks» na RTP1

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No passado dia 2021-11-23, terça-feira, foi exibido o 43.º episódio da sexta temporada do concurso Joker , da RTP.  Contudo, desta vez, o concorrente foi, passo o chavão, fora da caixa . Porquê? Porque o seu estilo era punk .  Mentes mais retrógradas, ainda que insertas no seu tempo, poderiam considerar, preconceituosamente, que o senhor (cujo nome me foi impossível recuperar, visto que a RTP Play já não tem o episódio disponível) erraria em todas as respostas. Não foi o que aconteceu. O concorrente conseguiu acertar na maioria. Nesse caso, será legítimo formular o estigma inverso — todos os punks são cultos ? Não. Quando mais não seja, porque o superjoker , ou seja, o ajudante, também punk , do concorrente, chamado a participar, falhou na maior parte das respostas. (Logicamente, o conceito de cultura teria de ser discutido.) A captura de tela publicada abaixo dá conta de um momento que, no âmbito da disciplina, poderá convocar a atenção de modo particular. O nível 10 d...

Aula 17 – 29 de novembro

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Humor, amor, arte, poesia têm muito em comum.  Este sketch dos Monty Python é ofensivo? O interessante é a combinação entre realismo e farsa. (A menina a quem caíram os dentess. a mãe.) A forma varia, o conteúdo é o mesmo nestes quadros de diferentes épocas.  Einstein brincando:  Sushi: voltei a ser criança! Para que nos serve a inteligência? O canal de Daniel Munduruku, escritor indígena brasileiro. Aqui.   O medo da variante africana: de onde vem este medo?  As aventuras do Livre em BD. Parece-me haver algo errado nesta BD de há dois precisos anos. (Oposições razão/irracionalidade, moderação/histeria, humanizado/desumanizado...)  O conto de Somerset Maugham tornado realidade : 

Os meus domingos - crónica de António Lobo Antunes

  Os meus domingos Aos domingos a seguir ao almoço visto o fato de treino roxo e verde e os sapatos   de ténis azuis, a Fernanda veste o fato de treino roxo e verde e os sapatos de   salto alto do casamento, subo o fecho éclair até ao pescoço e ponho o fio de ouro   com a medalha por fora, a Fernanda sobe o fecho éclair até ao pescoço e põe os   dois fios de ouro com a medalha e o colar da madrinha por fora, tiramos o   Roberto Carlos do berço, metemos-lhe o laço de cetim branco na cabeça, saímos   de Alverca, apanhamos os meus sogros em Santa Iria de Azóia e passamos o   domingo no Centro Comercial. A Fernanda senta-se atrás no Seat Ibiza, com o menino e a Dona Cinda, o senhor   Borges ocupa o lugar ao meu lado, de Record no sovaco, fato completo, gravata   de flores prateadas e chapéu tirolês, ajuda-me no estacionamento das Amoreiras   a tirar o carrinho da mala e todos os automóveis do parque são Seat Ibiza, todos  têm manta...

A ler para a aula 11 (8 novembro)

 O conto «O Sacristão» de Somerset Maugham interessa-nos pela falsa moral final - e porque é, como todos os do autor, um belo conto. Podem lê-lo aqui . 

A ler para 3 novembro: Pierre Menard

 Tendo lido o «Tafas» torna-se mais fácil, creio, ler este conto disfarçado de artigo erudito. 

"tu disseste", dos mão morta: marginal? um diálogo nonsense?

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  para quem não conseguir ouvir por aqui, deixo aqui o link...  https://www.youtube.com/watch?v=2s-NCjfvezI&ab_channel=okapa Tu disseste  é uma das canções mais ouvidas do grupo Mão Morta, que revela mais uma vez, quiçá, a genialidade de Adolfo Luxúria Canibal. Para quem ouve música só por ouvir, não lhes dirá nada. Mas para quem ouve música e abraça a experiência (isto é,  ouvir  a letra), poderá perceber o que tentei explicar.  A priori , trata-se de um diálogo entre duas pessoas que gira em torno de tudo e de nada. Para mim, é até cómico. Uma particularidade presente em qualquer canção dos Mão Morta é o facto de que Adolfo Luxúria Canibal não canta - ele narra . O piano e os ritmos que intercalam os versos são o que mais me intrigam. E o diálogo parece nunca acabar, à medida que a canção desenvolve num  crescendo  redundante até chegar a um clímax suspenso. Trouxe-vos esta música e a respetiva letra para esta UC não só por ser pessoalmente ...